Meryl Streep é um dos grandes talentos que ainda continuam a surpreender a cada trabalho feito. As pessoas até conseguem destacar trabalhos, mas não tem como dizer que este ou aquele foi de muito azar ou completamente incabível. A questão é da margem dos desafios e falando de Meryl Streep ela consegue driblá-los de modo sincero e autêntico. Não há personagem que não fique na memória, não há momento que se apague... É por isso que hoje, 22 de junho, quando minha atriz favorita [há anos] assopra velinhas, resolvi começar a primeira de três partes que vão tratar de nostalgia, lembrança. De 1977 a 1989, Meryl cresceu, despontou e ganhou seus dois Oscar (melhor atriz e melhor atriz coadjuvante). Daí em diante, ela só bateria seus próprios recordes e se tornaria, com o passar de cada filme, a atriz mais premiada da história da cinema!
Parabéns, Meryl Streep!
1977 - Julia, primeiro filme, a estréia.
1978 - O Franco Atirador (The Deer Hunter) (Primeira indicação ao Oscar - Atriz Coadjuvante)
1978 - O Franco Atirador (The Deer Hunter) (Primeira indicação ao Oscar - Atriz Coadjuvante)
1979 - Kramer Vs Kramer (O primeiro Oscar - Atriz Coadjuvante)

1979 - Manhattan (Do querido Woody)

1981 - A Mulher do Tenente Francês (The French Lieutenant's Woman) (Primeira indicação ao Oscar - Melhor Atriz)

1982 - A Escolha de Sofia (Sophie's Choice) (Terrível escolha, por sinal. E o Oscar de Melhor Atriz!)
1983 - Silkwood (do diretor Mike Nichols e mais uma indicação à melhor atriz)
1984 - Amor à Primeira Vista (Falling In Love) Ao lado de Robert De Niro
1985 - Entre Dois Amores (Out Of Africa) (Mais uma indicação de melhor atriz)

1986 - A Difícil Arte de Amar (Heartburn) (mais um filme de Mike Nichols)
1987 - Ironweed (Indicada à melhor atriz pelo filme de Hector Babenco)

1988 - Um Grito no Escuro (A Cry In the Dark) (Indicada à melhor atriz)
1989 - Ela é o Diabo! (She-Devil) (Fechando o primeiro ciclo com a clássica comédia da infância)